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Internet das Coisas: como o conceito vai mudar a forma como nos relacionamos com o mundo

Quando falamos em revolução digital, a noção da Internet das Coisas (IoT) é um dos assuntos principais. Esse é um fenômeno atual, que continua diariamente se desenvolvendo e vai desenhar nosso futuro de uma forma completamente diferente. E não é difícil entender o porquê.

A Internet das Coisas está transformando nossa relação com a tecnologia, mudando o modo como interagimos com o mundo e, principalmente, o modo como o mundo interage conosco.

As possibilidades da IoT são inúmeras e ela já se tornou um elemento primordial para o futuro. E não será exagero quando você ouvir alguém dizendo que este conceito será capaz de mudar a forma como vivemos e a forma como trabalhamos.

Mas afinal, o que é a Internet das Coisas?

Internet das Coisas, ou em inglês, Internet of Things (IoT) pode ser imaginada como uma enorme rede de dispositivos conectados que se comunicam entre si e também com os usuários. Seu smartphone, computador, tablet entre outros aparelhos que dependem de internet para funcionar apropriadamente, possuem sensores inteligentes e softwares que transmitem dados para uma rede, como se fosse um grande sistema nervoso que possibilita a troca de informações entre dois ou mais pontos.

Essas trocas de informações podem ocorrer via Wi-Fi, Ethernet, Bluetooth, radiofrequência (RFID) entre outras formas de conexão existentes atualmente, e os sistemas de rede de comunicação existem em diversas proporções, podendo ser conectados à web mundial ou apenas à rede de casa ou ao carro do usuário, por exemplo.

O resultado disso é um mundo muito mais inteligente e responsivo, onde as “coisas” são capazes de se conectar a outros objetos e às pessoas, permitindo o envio de comandos, a devolução de dados sobre o uso, a identificação da presença um do outro, entre outras diversas aplicações.

E onde já é aplicada a Internet das Coisas no meu dia a dia?

A ideia principal da IoT é a de facilitar a vida dos usuários, tornando o uso de certos elementos mais simples e até permitindo automação de tarefas.

A verdade é que a Internet das Coisas possibilita inúmeras oportunidades e conexões, muitas das quais não conseguimos imaginar nem entender completamente o impacto que causa nos dias de hoje. Mas, vamos a exemplo básicos:

  • Dispositivos vestíveis: relógios inteligentes que, quando conectados com conectado com o smartphone, torna o dia a dia muito mais prático, pois além de otimizar funções do celular, possibilita o monitoramento em tempo real de batimentos cardíacos e é um fiel aliado à pessoas que praticam atividades físicas;
  • Eletrodomésticos: aspiradores de pó robô que podem ser programados para limpar a casa no horário que você definir; lâmpadas de casa que ligam ou desligam automática, além de controlarem a intensidade de acordo com o momento do dia; ar-condicionado que pode ser programado para ativar 5 minutos antes do seu horário de chegada;

Em geral, se um objeto é eletrônico, ele tem potencial para ser integrado à Internet das Coisas. O fato é que a IoT vem não somente para gerar mais conforto e diminuir obstáculos do dia a dia, mas também pode otimizar tarefas, reduzir custos e aprender padrões de uso, fornecendo informações mais precisas e completas na hora certa para o usuário.

Desde aplicações mais simples como acender a apagar uma lâmpada por um controle remoto no seu smartphone até sistemas maiores e mais complexos como Cidades Inteligentes e processos industriais de ponta a ponta.

Cidades Inteligentes

Hoje, mais da metade da população mundial já vive em ambientes urbanos. Por isso, é fundamental cuidar para que as cidades sejam lugares mais organizados e sustentáveis, que suportem o peso das mudanças climáticas e a chegada de mais de milhões de habitantes.

Por isso a ideia das chamadas Smart Cities, ou Cidade Inteligente, é direcionar os avanços tecnológicos para o ambiente e infraestrutura em que vivemos.

É possível desenvolver sistemas de transporte, de controle de resíduos, de energia e de limpeza do ar e da água, entre diversos outros, com intuito de colher dados para tornar tudo mais eficiente e melhorar a qualidade de vida das cidades, de acordo com às suas necessidades.

Até mesmo cidades que não podem ser consideradas Smart Cities nativas já utilizam da Internet das Coisas para corrigir problemas de urbanização acelerada e melhoras processos já existentes para continuar em expansão e desenvolvimento de forma sustentável e personalizada.

Alguns exemplos:

  • Iluminação inteligente de espaços públicos: monitoramento do consumo de energia em postes, notificação ao órgão responsável sobre queda de energia, problemas e necessidade de manutenção e otimização de consumo energético; fones de ouvido sem fio; óculos inteligentes que possibilitam a interação do usuário com diversos conteúdos em realidade aumentada;
  • Gestão de recolhimento e processamento de resíduos: caminhões de lixo podem ser alertados de onde há lixo que precisa ser coletado e o acompanhamento da coleta em tempo real, que possibilitarão maior economia de combustível com o caminhão de lixo, ruas mais limpas e o encaminhamento correto do lixo recolhido;
  • Mobilidade: sistemas de trânsito com informações em tempo real sobre horários e localização de transporte público e seus pontos de acesso, informações sobre acidentes, engarrafamentos entre outras ocorrências frequentes que visam otimizar a fluidez de vias e melhoras a segurança;
  • Monitoramento de poluição: gestão mais precisa da qualidade do ar, da água e do solo com identificação geográfica de poluentes e fontes de poluição;

Na realidade, esse é só o começo de uma ampla mudança que ocorrerá no mercado e na sociedade com a IoT.

O grande impulsionador da Internet das Coisas

Quando falamos em objetos fixos e móveis conectados à internet, devemos pensar primeiramente em dados. Uma vez que os objetos captam e transmitem informações, eles acabam criando dados. Quanto mais objetos conectados, maior será o número de gerados e extraídos para uso.

Mas e o que são dados e por que são tão importantes?

Sem dados, não há informação. Em princípio, o dado representa algo que não tem sentido, não possuindo significado relevante pois não conduz a nenhuma compreensão. Portanto, não tem valor para embasar conclusões muito menos respaldar decisões.

Mas através dos dados nasce a informação. A informação é a ordenação e organização dos dados de forma a transmitir significado e compreensão dentro de um determinado contexto. Seria o conjunto ou consolidação dos dados de forma a fundamentar o conhecimento.

As organizações empresariais detêm a produção mais expressiva de dados com a IoT, pois contam com uma grande quantidade de objetos passíveis de conexão ou já conectados.

Nas relações de empresa que utilizam IoT, esse fenômeno é ainda mais relevante. Além disso, com dados e informações em mãos, as empresas erram menos, produzem mais e conquistam mais clientes.

A Internet das Coisas também poderá aumentar os riscos à segurança da informação

A maior preocupação é em relação à segurança e privacidade dos sensores usados em IoT e dos dados que eles armazenam.

E mais do que isso, a integração dos dispositivos para transferir todos os dados críticos também apresenta problemas.

Com bilhões de dispositivos conectados entre si, o que as pessoas podem fazer para garantirem que suas informações irão permanecer seguras?

Uma realidade inevitável

Durante o último século, mas mais intensamente na última década, objetos, pessoas e até a natureza produziram uma grande quantidade de dados, nós apenas não conseguíamos ver, ouvir ou entender.

Hoje, nossa tecnologia avançou o suficiente para que pudéssemos perceber coisas cada vez menores. Entretanto, a Internet das Coisas e os dados que geramos são exemplos das coisas gigantes que passamos a ver, entender e usar ao nosso favor.

E é isso que a IoT tem mudar na nossa realidade. Agora, tudo tem inteligência e está conectado, de modo que passamos a ter acesso a dados que nos geram muita informação.

Uma vez que conseguimos captar e analisar os dados, percebemos problemas, novas necessidades e temos novas ideias, que vão tornando a sociedade mais eficiente, aumentando a produtividade, melhorando a qualidade de vida das pessoas e do nosso planeta.

A ponte entre a coleta de dados e o compartilhamento adequado desses dados, com segurança e proteção para todas as partes, permanece um desaio-chave na evolução da IoT. Mas apesar disso, é um conceito animador e que devemos acompanhar a evolução de perto.

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